segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Sketchup - Modelo do Espaço Escolhido


Vídeo da Performance

Visita ao pavilhão Miguel Rio Branco, Inhotim


 A galeria escolhida para análise foi o Pavilhão Miguel Rio BrancoResultado de um longo processo de colaboração entre Inhotim e o artista, o Pavilhão Miguel Rio Branco foi construído nos últimos dois anos para abrigar uma apresentação abrangente de sua produção. As obras reunidas apresentam a imagem fotográfica em diversos suportes, como fotos individuais, polípticos, painéis, filme, instalações audiovisuais e multimídia, oferecendo uma grande colagem multifocal da obra do artista, emoldurada por um arrojado projeto arquitetônico. As obras incluem imagens produzidas nos últimos 30 anos, desde suas séries iniciais, como Maciel (1979), realizada no Pelourinho, em Salvador, até suas instalações mais recentes, nas quais sua pesquisa se encontra com o impulso espacial da arte contemporânea.

domingo, 2 de outubro de 2016

Parágrafo sobre representação (experiência no Google Street View e experiência presencial)

Para embasar a discussão sobre representação virtual, fizemos uma pesquisa através do Google Street View analisando o Parque Municipal e no dia 08 de setembro fomos presencialmente a esse parque. 
Através do mapa virtual da Google é possível ter uma boa noção espacial, sendo uma ótima ferramenta para se situar e entender como chegar a destinos desejados; além de uma forma prática de conhecer grande parte do mundo. 
Durante a visita presencial ao parque, iniciamos um debate sobre as diferenças notadas entre o espaço virtual e o real em que estávamos. Algumas distinções formam citadas, como as distorções de tamanho, a falta de cheiro e de sons, a perda da noção de tempo e de movimento. Contudo, cada vez mais há uma evolução na tecnologia desse "terceiro espaço" (virtual), de forma que ele poderá conter todos esses recursos. Porém, ainda assim, há um elemento que diferencia esses espaços, que é a "energia" do local, ou então o "dharma", isto é, um sentimento de estar puramente presente, e dessa maneira, sentir todos os estímulos e provocar modificações no meio.
A questão  levantada é, portanto, como construir esse terceiro espaço para que possa ser algo novo e interessante, sem que seja apenas uma cópia fiel, ou seja, uma realidade inferior a existente e sem a tal "energia". 

sábado, 1 de outubro de 2016

Crítica ao objeto interativo

Objeto da Iael Donato
Analisando o objeto, pode-se notar que a interface proporciona efeitos visuais programáticos a medida que são girados os cabinhos de ferro; entretanto, o material usado faz com que esse efeito seja apenas visivelmente interessante em ambientes escuros, o que limita seu uso. Além disso, a aplicação de interruptores (como input) limita suas formas de uso. Dessa maneira, o objeto acaba por exercer um papel reativo, uma vez que esse depende da ação do indivíduo de ligar e desligar os leds. 
Quanto ao acabamento técnico, poderiam ter sido melhor elaboradas as colocações dos ferros e a parte estética do objeto; as quinas triangulares poderiam ser ainda mais exploradas. Já o material utilizado reduz a experiência sensorial, porque dificulta a visualização das luzes.
Em relação ao uso da eletrônica, nesse caso, não só amplia as possibilidades de interação da interface, como é o elemento central utilizado. 
Por fim, a interação com o objeto é sim dialógica, contudo, os aspectos acima citados reduzem tal característica, por exemplo, o fato de em lugares claros os efeitos visuais não serem notáveis, o que acaba por descaracterizar seu potencial diálogo.