Analisando o objeto, pode-se notar que a interface proporciona efeitos visuais programáticos a medida que são girados os cabinhos de ferro; entretanto, o material usado faz com que esse efeito seja apenas visivelmente interessante em ambientes escuros, o que limita seu uso. Além disso, a aplicação de interruptores (como input) limita suas formas de uso. Dessa maneira, o objeto acaba por exercer um papel reativo, uma vez que esse depende da ação do indivíduo de ligar e desligar os leds.
Quanto ao acabamento técnico, poderiam ter sido melhor elaboradas as colocações dos ferros e a parte estética do objeto; as quinas triangulares poderiam ser ainda mais exploradas. Já o material utilizado reduz a experiência sensorial, porque dificulta a visualização das luzes.
Em relação ao uso da eletrônica, nesse caso, não só amplia as possibilidades de interação da interface, como é o elemento central utilizado.
Por fim, a interação com o objeto é sim dialógica, contudo, os aspectos acima citados reduzem tal característica, por exemplo, o fato de em lugares claros os efeitos visuais não serem notáveis, o que acaba por descaracterizar seu potencial diálogo.

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