sexta-feira, 7 de outubro de 2016
domingo, 2 de outubro de 2016
Parágrafo sobre representação (experiência no Google Street View e experiência presencial)
Para embasar a discussão sobre representação virtual, fizemos uma pesquisa através do Google Street View analisando o Parque Municipal e no dia 08 de setembro fomos presencialmente a esse parque.
Através do mapa virtual da Google é possível ter uma boa noção espacial, sendo uma ótima ferramenta para se situar e entender como chegar a destinos desejados; além de uma forma prática de conhecer grande parte do mundo.
Durante a visita presencial ao parque, iniciamos um debate sobre as diferenças notadas entre o espaço virtual e o real em que estávamos. Algumas distinções formam citadas, como as distorções de tamanho, a falta de cheiro e de sons, a perda da noção de tempo e de movimento. Contudo, cada vez mais há uma evolução na tecnologia desse "terceiro espaço" (virtual), de forma que ele poderá conter todos esses recursos. Porém, ainda assim, há um elemento que diferencia esses espaços, que é a "energia" do local, ou então o "dharma", isto é, um sentimento de estar puramente presente, e dessa maneira, sentir todos os estímulos e provocar modificações no meio.
A questão levantada é, portanto, como construir esse terceiro espaço para que possa ser algo novo e interessante, sem que seja apenas uma cópia fiel, ou seja, uma realidade inferior a existente e sem a tal "energia".
sábado, 1 de outubro de 2016
Crítica ao objeto interativo
Objeto da Iael Donato
Analisando o objeto, pode-se notar que a interface proporciona efeitos visuais programáticos a medida que são girados os cabinhos de ferro; entretanto, o material usado faz com que esse efeito seja apenas visivelmente interessante em ambientes escuros, o que limita seu uso. Além disso, a aplicação de interruptores (como input) limita suas formas de uso. Dessa maneira, o objeto acaba por exercer um papel reativo, uma vez que esse depende da ação do indivíduo de ligar e desligar os leds.
Quanto ao acabamento técnico, poderiam ter sido melhor elaboradas as colocações dos ferros e a parte estética do objeto; as quinas triangulares poderiam ser ainda mais exploradas. Já o material utilizado reduz a experiência sensorial, porque dificulta a visualização das luzes.
Em relação ao uso da eletrônica, nesse caso, não só amplia as possibilidades de interação da interface, como é o elemento central utilizado.
Por fim, a interação com o objeto é sim dialógica, contudo, os aspectos acima citados reduzem tal característica, por exemplo, o fato de em lugares claros os efeitos visuais não serem notáveis, o que acaba por descaracterizar seu potencial diálogo.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Seminário de design de interação
Grupo: Iara, Julia, Letícia Nunes, Lorena, Elisa, Maria Clara, Mabene.
Strandbeest - Theo Jansen
Strandbeest foi a obra escolhida pelo grupo; essa obra consiste em esqueletos que caminham a partir da interação com o vento - dessa maneira, ocorre um circuito único de interação, em que o vento modifica o objeto, mas o objeto não modifica o primeiro. Além disso, não há interação com seres humanos (apenas para ativar a engrenagem), inclusive, Jansen pretende que essas criaturas possam viver livres e independentes no futuro.
Pira Olímpica - Anthony Howe
A obra de Anthony Howe, utilizada na Pira Olímpica de 2016, foi o segundo exemplo escolhido, a partir de pesquisas feitas pelo próprio grupo. Achamos interessante o efeito visual causado pelo movimento do objeto e o relacionamos com o Strandbeest, pelo fato de ambos serem impulsionados pelo vento, sendo assim, artes cinéticas através da interação com a natureza. Essa escultura acaba sendo muito mais algo belo e contemplativo, do que interativo.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Um Lugar Ao Sol, de Gabriel Mascaro
O documentário "Um lugar ao sol", de Gabriel Mascaro, retrata o pensamento elitista dos moradores das coberturas mais luxuosas do Brasil. É interessante o modo como as entrevistas foram conduzidas, deixando que os entrevistados ficassem a vontade para se expressassem; o resultado disso é uma exposição de uma perspectiva chocante e distorcida da realidade brasileira, que é a visão dessas pessoas sobre o que é estar no topo e do que é estar à margem. Para eles, há de fato uma meritocracia que os permitiram estar onde estão, enquanto que quem não consegue estar acima não se esforçou o "bastante". Todas as falas espantam pelo tom natural com que é exposto tal discurso fascista - uma das entrevistadas chega a comparar os tiros cotidianos da favela com um belo espetáculo de fogos de artifício.
Algo que enriquece ainda mais essa oposição cobertura/periferia são as transições de cenário e a direção de arte, que traz imagens da população mais pobre trabalhando para sustentar quem está por "cima" e o impacto dessas grandes construções sobre quem está por "baixo". Portanto, "Um lugar ao sol", através do contrastante cenário arquitetônico e social brasileiro, incita uma pertinente discussão sobre status, poder, cultura de privilégios, meritocracia e visibilidade.
domingo, 18 de setembro de 2016
Pesquisa sobre apropriação do espaço com o corpo
Parkour
Parkour é um treino de transposição de obstáculos do ambiente, tanto rural, quanto urbano, por meio da escalada muros, do equilíbrio em corrimãos, ou do salto sobre vãos. Tem-se como objetivo percorrer uma distância mínima de um ponto para o outro, usando todas as capacidades motrizes do corpo humano, sendo assim, ajuda no desenvolvimento da autonomia do corpo e da mente sobre os desafios do cotidiano.
http://www.tracer.com.br/parkour/
Deriva
A deriva é uma metodologia de como analisar o espaço psicogeográfico, estudando o impacto do ambiente urbano nos indivíduos. Nesse método, é escolhido um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que está praticando a deriva e a partir daí deve-se derivar, isto é, deixar que o meio urbano crie seus próprios rumos (a partir de regras pré estabelecidas). O intuito da deriva é pensar que determinadas zonas psíquicas conduzem e trazem sentimentos agradáveis ou não, e, baseado nesse mapeamento, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade.
http://reverbe.net/cidades/portfolio/teoria-da-deriva-e-o-urbanismo-situacionista/
Flâneur
Flâneur, termo derivado do francês, significa "vagabundo", "vadio", "preguiçoso". O flâneur é um observador da vida urbana, definido por Charles Baudelaire como "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". Diante do contexto escrito por Baudelaire, o flâneur é um produto da vida moderna e da Revolução Industrial. O flanêur atende, inicialmente, a uma necessidade individual burguesa de sobrepor-se à aristocracia e irá tornar-se um instrumento das próprias massas, devido ao protagonismo das mesmas no gênero inaugurado pelo observador da cidade.
http://caroltsv.blogspot.com.br/2009/03/o-que-e-flaneur-o-termo-flaneur-vem-do.html
Rolêzinhos
Os rolezinhos são encontros marcados pela internet por adolescentes, em sua maioria pobres e negros, que querem se divertir, cantando refrões de funk nos corredores de shoppings e lugares públicos-privados. Há uma enorme repressão policial aos participantes desses encontros, o que traz uma discussão sobre a desigualdade social e racial do país.
http://evanderoliveira.jusbrasil.com.br/artigos/152053538/o-movimento-rolezinho
http://evanderoliveira.jusbrasil.com.br/artigos/152053538/o-movimento-rolezinho
Flash Mob
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um certo local para realizar determinada ação inusitada previamente combinada; assim que concluída a performance, as pessoas se dispersam tão rapidamente quanto se reuniram.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Flash_mob

Skateboarding
Skate é um esporte radical muito praticado atualmente. Consiste em, realizar manobras deslizando sobre o solo (com ou sem obstáculos) equilibrando-se sobre o skate. O skate é uma prancha (shape) que possui dois eixos (trucks), rolamentos e quatro pequenas rodas. Mais do que um esporte, o skate tornou-se um estilo de vida. Os skatistas usam roupas características, tem suas próprias gírias e costumes. O skate é praticado pelas ruas do mundo todo, ou em lugares específicos, como os skate parks.
http://www.infoescola.com/esportes-radicais/skate/

Primeira ideia para objeto interativo e seu desenvolvimento
A primeira ideia para o meu objeto interativo foi um vestível que estimulasse o movimento corporal, dessa maneira, haveriam circuitos (inicialmente pensei no uso do Arduíno) que sentiram esse movimento e o transformariam em sons.
Até o momento, não mudei muito a concepção do objeto, ele continua a ser um vestível com outputs de sons; esses sons serão notas musicais retiradas de um teclado de brinquedo (hackeado) em que o ativador do som será um circuito aberto em um tubo ativado por bolinhas de metal condutoras, assim, conforme houver movimentos, as bolinhas se moverão fechando o circuito.
Durante a apresentação dos objetos, descobri que mais duas pessoas (Mirela e Danilo Celso) tiveram a mesma ideia de vestível, portanto decidimos que haveria uma interação entre nossos objetos, de forma que circuitos fossem ativados através do contato desses - pensamos em utilizar reed switchs para fechar o circuito, ativando sons (meu), luzes (Mirela) e vibrações (Danilo).
Em relação ao layout do vestível, pretendo acrescentar guizos para complementar a experiência sonora. Além disso, estamos pensando em criar uma identidade visual para que os nossos vestíveis se "conversem".
Assinar:
Postagens (Atom)










